A alcachofra é uma flor exótica e comestível que ganhou o paladar de muita gente. George Osako tem 200 mil plantas em Piedade (SP) e, por ano, colhe até 25 mil caixas. A produção abastece principalmente os mercados da capital paulista, do Rio de Janeiro e dos estados do sul do Brasil.

Em Piedade, a alcachofra encontrou condições favoráveis para se desenvolver. George explica que a planta vai bem entre 700 metros e 1.200 metros de altitude e onde as temperaturas oscilam bastante. É exatamente o que ocorre no município.

Um dos diferenciais da produção na região é a oferta da alcachofra roxa de São Roque (SP), que é protegida com papel para manter a cor que o mercado prefere. Sem isso, a flor fica esverdeada. George diz que vem estudando uma forma para conseguir o mesmo resultado sem precisar cobrir a alcachofra, o que reduziria os custos.

Piedade responde por 65% da produção de alcachofra do País. No total, 540 toneladas foram colhidas no ano passado.

Adalberto também investe em alcachofra. A aposta veio depois de já ter cultivado repolho e inhame no sítio da família. Ele diz que percebeu que poucas famílias plantam alcachofra e que poderia ser uma boa fonte de renda.

Eram apenas 200 plantas há menos de dois anos. O agricultor investiu em maquinário, irrigação e mão de obra. Hoje, 10 funcionários cuidam de 53 mil pés de alcachofras. A maior parte da flor vai para a Ceagesp, na capital.

O preço da caixa com seis alcachofras varia de R$ 60 a R$ 110. A expectativa é vender 15 mil unidades até janeiro do ano que vem.

FONTE G1

 

Convidado pela produção do tenor Andrea Bocelli, o percussionista pilarense Jônatas Campos de Oliveira, de 21 anos, tocará tímpano na turnê de 60 anos do artista que será realizado neste final de samana, dias 29 (sábado às 21h) e 30 (domingo às 19h), no Allianz Parque (estádio do Palmeiras), em São Paulo (SP).

O ex-aluno do Projeto Guri – programa sociocultural mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – iniciou a sua história no Polo Pilar do Sul aos nove anos.

“Recebi um papel com os cursos de violão, coral e percussão. Eu já sabia o que era violão e coral, não conhecia percussão, mas escolhi por achar o nome bonito”, disse o jovem.

Em 2012, Jônatas entrou para o Grupo de Referência de Sorocaba – Coro e Percussão e foi então que decidiu que queria a música como profissão. No mesmo ano realizou seu sonho e entrou no Conservatório de Tatuí. E, em 2016, ingressou no Instituto Baccarelli, tornando-se bolsista da Orquestra Juvenil Heliópolis.

“O Guri me proporcionou conhecer lugares que nunca imaginei que teria a oportunidade e trouxe muitas outras coisas boas para minha vida. Primeiro porque eu entrei no projeto quando meus pais se separaram e também porque eu sempre fui muito agitado e a música me ajudava a expressar tudo que eu sentia”, contou o jovem. Além disso, Jônatas participou da gravação do DVD Calungá, com o Naná Vasconcelos, se apresentou em grandes teatros de São Paulo, gravou em estúdio para o aniversário de 18 anos do Guri e participou do festival de música Ethno Suécia.

Fonte: Projeto Guri / Secretaria de Estado da Cultura.

lha Comprida - Recepcionados pelo prefeito Geraldino Júnior e diretores do município , na Vila de Pedrinhas, especialistas em Educação Ambiental do Shimane International Center (Japão) , da Japan Internacional Cooperation Agency (JICA) - instituição do governo japonês- e da Shimane University visitaram a Ilha Comprida no sábado 22/09, e anunciaram a possibilidade de investir na área de Educação Ambiental no município, a exemplo do trabalho realizado na cidade de Caçapava, interior de São Paulo.

O gerente de projetos do Shimane International Center , ARIMA Kiichiro, contou que o programa mundial de educação ambiental surgiu de uma tragédia com o encontro de um bebê de baleia morto em razão da ingestão de plásticos lançados no mar. “Hoje ,sabemos que o mar de todo o mundo está cheio de lixo que o ser humano joga. Pensando na importância de manter esse planeta sustentável, iniciamos o projeto há três anos, em Caçapava. Hoje, ele está na segunda fase, que é a conscientização dos cidadãos!”, explicou Arima.

Ao elogiar a conscientização da população do Japão e dos exemplos que dá para o mundo, o prefeito Geraldino Júnior agradeceu a visita da comitiva e afirmou que o município está de portas abertas e pronto para firmar parcerias. “Será uma honra contarmos com esse trabalho, já que somente pelo investimento na educação conseguiremos conscientizar as pessoas sobre a importância de se conservar o meio ambiente”, afirmou o prefeito. Geraldino lembrou o exemplo que os japoneses deram na Copa do Mundo ao limparem o estádio todas as vezes que o Japão jogou. “ O ensinamento maior vem do exemplo”, elogiou.

Integraram a comitiva japonesa ARIMA Kiichiro - Gerente de projetos do Shimane International Center; os especialistas MATSUMOTO Ichiro; TAKATSUKA Hiroshi ; o vice presidente da Associação de Pássaros do Japão, SATO Hitoshi –; o diretor da Shimane, TAMAGUSHI Kazuyo, além de interprete e coordenadores locais.

A comitiva foi recepcionada pelos diretores do departamento de Obras, Márcio Ragni, de Planejamento Urbano, Pérsio, pela psicóloga do CRAS,Linda Saba, por Nezinho Lisboa e técnicos Paulo Hanae, Maurício Santiago e Cristian Negrão.

 

 

Parte do Programa de Cooperação Técnica para Projetos Comunitários da JICA, o Projeto de Educação Ambiental tem o objetivo de contribuir para o aprimoramento das habilidades práticas para educação ambiental e promoção da compreensão e das iniciativas de proteção ambiental junto às crianças e aos cidadãos da cidade.

Palestra sobre processamento de pescado

Na Escola de Pedrinhas, a comitiva assistiu à palestra do empresário Paulo Hanae , da Ilha Comprida, sobre processamento de pescado e o aproveitamento de descartes de peixes ao longo da orla.

A convite do governo japonês, Hanae passou 45 dias no Japão para conhecer o processamento da carne de peixe. Seu objetivo é transformar o descarte de descarte de peixes na orla em alimento por intermédio de processamento com a experiência e técnicas japonesas.Paulo é funcionário da Prefeitura da Ilha no Boqueirão Sul.

Parque Ecológico recebe também a Feira do Produtor Rural

O “Vem pro Parque” iniciativa da Prefeitura promovida por meio da Diretoria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, acontece no dia 23 de setembro, no Parque Ecológico “Collemar de Miranda Botto”, das 10h às 16h. Esta é a segunda edição do evento que conta com apoio da Diretoria de Cultura, Secretaria de Desenvolvimento Social, Diretoria de Vigilância Sanitária e Associação Comercial e Industrial de Piedade (ACIP). Na mesma data, o local recebe a Feira do Produtor Rural. O Doacão, feira de adoção de cães, também será realizada. Brinquedos para criançada, como tobogã inflável e cama elástica, pipoca, algodão-doce, aula de yoga e muito mais. O “Vem pro Parque” contará ainda com atividades sócio ambientais como doação de mudas. Todos esperam por você. “Vem pro Parque”!

Alunos dos primeiros anos do Ensino Fundamental ficaram com nota 7 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Piores notas foram registradas em Iperó e Mairinque, com nota 4,7, na rede municipal.

iedade (SP) registrou a maior nota entre as cidades da região de Sorocaba no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Os dados são referentes a 2017.

Os alunos dos primeiros anos do Ensino Fundamental da rede municipal de Piedade ficaram com nota 7. Em seguida aparece Salto, com 6,8 na rede municipal. Sorocaba ficou com 6,7, assim como Salto de Pirapora, também na rede municipal.

As piores notas da região no Ideb 2017, nos anos inciais da rede municipal, ficaram com Mairinque, que teve 5,8, seguida por Iperó e São Roque, com nota 5,9.

Em relação aos anos finais da educação básica na rede municipal, as melhores notas ficaram com Salto, que teve nota 6,2. Na sequência vêm Salto de Pirapora, com nota 5,7, e Sorocaba, com 5,6.

As piores notas na região de Sorocaba no anos finais do ensino básico da rede municipal são: Iperó e Mairinque, com nota 4,7, e São Roque e Araçariguama, com 4,8.

As escolas estaduais e municipais de Sorocaba tiveram melhor desempenho no Ideb 2017 se comparado com o anterior, realizado em 2015, tanto para os primeiros quanto para os últimos anos. O maior avanço foi na rede municipal, que passou de 6,4 para 6,7 nos anos iniciais.

FONTE: G1 

Dezenas de taxistas de Ibiúna relataram denuncias de que táxis piratas, ou seja sem autorização e irregulares, estão circulando em Ibiúna.

De acordo com os motoristas, eles estão pegando pessoas nas regiões dos pontos e em ruas próximas.

Ainda segundo os taxistas, os veículos clandestinos estão atrapalhando o trabalho dos legalizados e informam que as corridas foram afetadas e houve queda de aproximadamente 50%.

Relatam que os “piratas” notam a falta de fiscalização do setor responsável dos veículos e aproveitam para fazer corridas por toda a cidade.

Os motoristas também dizem que é fácil notar a presença da clandestinidade no município.
Comentam que pagam altos impostos e ainda estão tendo de conviver com quem trabalha de forma irregular.

Alegam que já fizeram diversas denuncias na Prefeitura e que mais uma vez enviarão pedidos de fiscalização para o setor com urgência.

FONTE: SÃO ROQUE NOTÍCIAS

Cerca de 70% dos estudantes que concluíram o ensino médio no país apresentaram resultados considerados insuficientes em matemática. A mesma porcentagem não aprendeu nem mesmo o considerado básico em português. Os dados são do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), apresentados hoje (30) pelo Ministério da Educação (MEC).

Em português, os estudantes alcançaram, em média, 268 pontos, o que coloca o país no nível 2, em uma escala que vai de 0 a 8. Até o nível 3, o aprendizado é considerado insuficiente pelo MEC. A partir do nível 4, o aprendizado é considerado básico e, do nível 7, adequado. Na prática, isso significa que os brasileiros deixam a escola provavelmente sem conseguir reconhecer o tema de uma crônica ou identificar a informação principal em uma reportagem.

Em matemática, os estudantes alcançaram, em média, 270 pontos, o que coloca o país no nível 2, de uma escala que vai de 0 a 10, e segue a mesma classificação em língua portuguesa. A maior parte dos estudantes do país não é capaz, por exemplo, de resolver problemas utilizando soma, subtração, multiplicação e divisão.

Desigualdades
Na média, 43 pontos separam os estudantes que pertencem ao grupo dos 20% com o mais alto nível socioeconômico dos 20% do nível mais baixo, em português, no país. A diferença, coloca os mais ricos no nível 3 de aprendizagem, enquanto os mais pobres ficam no nível 2. Embora mais alto, o nível 3 ainda é considerado insuficiente pelo MEC. Em matemática, a diferença entre os dois grupos é ainda maior, de 52 pontos. Enquanto os mais pobres estão no nível 2, os mais ricos estão no nível 4, considerado básico.

Entre os entes federados, o Distrito Federal registra a maior diferença entre os dois grupos, tanto em português quanto em matemática. Os alunos com mais alto nível socioeconômico obtiveram, em média, 329 pontos em português, ficando no nível 5 de aprendizagem, considerado básico. Já os de nível socioeconômico mais baixo ficaram com 255 pontos, no nível 2, uma diferença de 74 pontos Em matemática, a diferença foi maior, de 101 pontos. Os mais pobres estão no nível 2 e os mais ricos, no nível 6.

Os resultados também mostram desigualdades regionais. A maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso, tiveram, em média, pontuações inferiores à média nacional em matemática e português. A exceção é Pernambuco, que, ficou acima da média, juntando-se aos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste que ficaram ou na média ou acima da média de desempenho nacional. Rondônia ficou acima da média nacional apenas em matemática.

Seis estados pioraram os resultados de 2015 para 2017 tanto em português quanto em matemática: Amazonas; Amapá; Bahia; Mato Grosso do Sul; Pará; e Roraima. Além desses estados, o Rio Grande do Norte piorou o resultado apenas em matemática e Distrito Federal, Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo pioraram apenas em língua portuguesa.

Ministério da Educação
Na avaliação do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela avaliação, os resultados de aprendizagem dos estudantes brasileiros “são absolutamente preocupantes”.

No ensino médio, o país encontra-se praticamente estagnado desde 2009. “A baixa qualidade, em média, do Ensino Médio brasileiro prejudica a formação dos estudantes para o mundo do trabalho e, consequentemente, atrasa o desenvolvimento social e econômico do Brasil”, diz a pasta.

Os resultados são do Saeb, aplicado em 2017 aos estudantes do último ano do ensino médio. Pela primeira vez a avaliação foi oferecida a todos os estudantes das escolas públicas e não apenas a um grupo de escolas, como era feito até então. Cerca de 70% dos estudantes participaram das provas. Nas escolas particulares, a avaliação seguiu sendo feita de forma amostral. Aquelas que desejassem também podiam se voluntariar, mas os resultados não foram incluídos nas divulgações.


Fonte: Agência Brasil

O crescimento do uso de tecnologias digitais gera preocupações dos próprios usuários com os excessos do tempo gasto com esses dispositivos. Pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que mais da metade dos adolescentes entrevistados (54%) consideram passar muito tempo com o celular. O levantamento foi uma iniciativa do centro de pesquisas Pew Research Center. Foram entrevistados 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões do país.

Quase metade dos jovens ouvidos (44%) disse checar o telefone assim que acorda para verificar o recebimento de novas mensagens. Segundo os dados, 28% relataram que agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados. No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% comentaram sentir que devem responder a uma mensagem enviada, sendo 18% frequentemente e 40% em alguns momentos.


“Meninos e meninas tiveram percepções diferentes da quantidade de tempo que passaram usando várias tecnologias. Meninas são de alguma forma mais prováveis do que meninos de dizer que passam muito tempo em redes sociais (47% a 35%). Em contraste, garotos são quatro vezes mais prováveis de passar muito tempo jogando videogames (41% a 11%)”, analisaram os autores.


Mais da metade (56%) dos entrevistados relacionaram a falta de um telefone móvel a sentimentos negativos, como solidão, ansiedade ou raiva. Os índices são maiores no caso de meninas.


Embora a avaliação sobre os hábitos varie por dispositivo, parte importante dos entrevistados informou adotar medidas para reduzir a presença dessas tecnologias em suas vidas. Iniciativas de redução da intensidade do uso foram relatadas por 58% no caso de videogames, 57% para as mídias sociais e 52% para celulares.


Pais

Os autores da pesquisa também ouviram pais e mães para saber sobre seus hábitos e como veem o comportamento dos filhos em relação a tecnologias digitais. O índice de avaliação dos entrevistados sobre seus próprios hábitos foi menor tanto no uso excessivo de celulares (36%) quanto de redes sociais (23%). O percentual também foi menor quando perguntados se acessam o celular assim que acordam (20%). “Os pais estão de alguma forma menos preocupados com seu próprio uso da tecnologia do que os filhos estão em relação ao deles”, apontam os autores.


Já ao falar sobre seus filhos, 65% manifestaram preocupação com o tempo gasto pelos adolescentes com dispositivos digitais. Dos homens e mulheres ouvidos, 72% relataram que estes se distraem em uma conversa presencial por estarem de olho no celular, sendo 30% o tempo inteiro e 42% de vez em quando. Em razão dessa preocupação, mais da metade (57%) limitam o tempo que seus filhos podem passar utilizando esses dispositivos.


Fonte: Agência Brasil

Uma onça-parda capturada em Piedade na noite de quarta-feira (15) foi solta em uma mata no interior da Unidade de Conservação do Parque Estadual do Jurupará, em Ibiúna. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o animal invadiu o galinheiro de um sítio e o proprietário acionou a corporação, ao ver que a onça havia matado algumas galinhas.
A onça entrou no galinheiro e ficou presa no local após a porta de acesso se fechar. Por conta disso, a operação de resgate durou cerca de 6 horas e foram necessários três bombeiros para capturar o animal, que pesa 60 quilos e tem dois metros de comprimento.
Após o resgate, a onça foi encaminhada à Polícia Ambiental em Sorocaba. Depois que recebeu todo o atendimento necessário, o animal, que estava saudável, voltou para o seu habitat natural, na floresta em Ibiúna.

Casos de onças que invadem propriedades da zona rural na região são cada vez mais comuns, principalmente na região do Verava, Vargedo e Salto. Isso acontece devido a redução das florestas de vegetação fechada, habitat natural deste tipo de animal, que vem sofrendo com os desmatamentos ao longo das últimas décadas. A orientação é que em casos como este, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Ambiental sejam acionados.

FONTE: JP IBIUNA

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